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Atualizadas de Israel Resposta ao Rabi Riskin O Rabi Shlomo Riskin recentemente publicou um artigo (Jerusalem Post, 8-27-2010) criticando o Judaísmo Messiânico. Aqui está um pequeno excerto da Resposta de Asher: O Rabi Riskin é bem respeitado em ligações Cristãs e Judaicas. Ele é dinâmico, inteligente, e espiritual. Existem muitas questões em que estamos em total acordo. Entretanto, existem certos pontos de vista em que não concordaríamos. O Riskin diz que ele não acredita que a nossa comunidade tem sido perseguida. Porém, considere isto a seguir, por exemplo:
Estes ataques foram perpetuados por elementos extremistas dos Ultra-Ortodoxos (que não representam o Judaísmo principal aos nossos olhos). A ÚNICA razão que desses ataques foi porque as vítimas eram Judeus Messiânicos. Nós também somos acusados de “proselitizar”. Entretanto, o disseminar da nossa fé é um direito básico da liberdade de expressão e de religião. De fato, nós não disseminamos a nossa fé como muitos missionários Ultra-Ortodoxos fazem ao se aproximarem a carros no meio do trânsito, ao pedirem que as pessoas façam as orações do filactério em shoppings, e dirigem veículos da missão com alto falantes ao redor da cidade em seus esforços de ”proselitar”. O Rabi Riskin nos acusou de sermos “enganosos.” Entretanto nossa fé é abertamente declarada a qualquer um que perguntar. Qualquer pessoa que vai as nossas reuniões por mais de alguns minutos entendem quem somos. Expressões de rituais Judaicos, incluindo a circuncisão, o Shabbat, Feriados, Bar Mizvah e Chuppa, são parte da nossa fé. Nós nos colocamos juntos a esses valores mesmo sendo criticados por Cristãos e círculos Rabínicos. Finalmente, se diz que nossa visão do Messias nos coloca de fora do Judaísmo. O que dizer então do movimento Chabad que proclama que o Rebbe deles é o Messias? E o “Messias” de Tel Aviv? E àqueles que proclamam que o nome Nachman traz redenção mundial? E os professores ateístas em universidades Israelitas? E a Reforma do Judaísmo e o Novo Kabbalah? Todos esses acima são diferentes da linha do Judaísmo Ortodoxo. Dia de Expiação Nesta Sexta feira os Judeus Religiosos e os Judeus Messiânicos estarão celebrando o Dia de Expiação. Ahavat Yeshua terá uma reunião junto com duas outras congregações locais para o dia de jejum, arrependimento, oração, ensinamento e comunhão. Nós encontramos expiação no sangue derramado de Yeshua. Os Judeus Ortodoxos balançam uma galinha ou uma doação monetária por cima da cabeça da pessoa buscando expiação. O rabi proclama as palavras, “Substituição, Troca, Expiação” durante o ritual. A imersão nas águas para ter pureza (“mikveh”) é freqüentemente feito pelos Judeus Ortodoxos na manhã antes do Dia de Expiação. Os rabis ensinam que a imersão nas águas é uma forma de “novo nascimento” ou “nova criação”. Quando a pessoa sendo imersa segura o fôlego debaixo da água, isso é um tipo de “morte,” e quando ela sai das águas, é um tipo de “ressurreição.” Dia 11 de Setembro A maior parte da mídia está declarando os perigos do “Islã-fobia” nos Estados Unidos. Contudo, não foi o “Islã-fobia”, mas “Islâmicos-jihad” que mataram 3.000 pessoas nas Torres Gêmeas. O Presidente Obama disse que os Estados Unidos nunca estará em uma guerra contra o Islã. Entretanto, os Islãmicos Jihadistas já proclamam abertamente estarem em guerra contra os Estados Unidos. O Obama também disse que não foi o Islã que atacou as torres gêmeas e sim o “Al Quaida.” Porém, membros do “Al Quaida” certamente se acham Mulçumanos. Se o “Al Quaida” não é Islãmico, então o que são o Hesbolá, o Hamas, o Wahabi, a Frente Popular, a Irmandade Islãmica, o Talibã, e a Brigada Al Aksa? Todos eles desejam a destruição dos Estados Unidos e de Israel. Eles também não são Mulçumanos não? http://www.youtube.com/watch?v=CRPYTiN5Oso Gavriela
Shalev Recentemente o jornal Ma´ariv entrevistou a Professora Gavriela Shalev, a aposentada embaixadora Israelita nas Nações Unidas. A Shalev é mundialmente conhecida pela sua escolaridade e excelência em assuntos legais. Ela criou seus dois filhos após seu marido ter sido morto na guerra Yom Kippur enquanto ele resgatava 33 soldados presos no Canal de Suez. A Shalev foi desafiada a defender Israel durante episódios como a operação “Cast Lead”, o Anúncio Goldstone e o incidente da Flotilla. (Ela brincando comparou a rica vida cultural em Manhattan à dificuldade de representar Israel na ONU como uma diferença entre o céu e o inferno.) A Shalev descreveu uma conversa que ela teve por horas com um embaixador Árabe de um estado hostil em um jantar particular. Durante as assembléias públicas seguintes, ele deliberadamente ignorou sua existência. “Eu entendi rapidamente que na ONU existe a verdade, e existe a verdade virtual.” Durante a operação “Cast Lead”, vários representantes caluniaram Israel publicamente por crimes de Guerra, e depois em particular aproximaram dela encorajando Israel a “terminar o trabalho” e destruir o Hamas totalmente. A Shalev disse que Goldstone era para apresentar o seu relato em Geneva no Conselho dos Direitos Humanos, mas manipulamente fez uma grande apresentação na Assembléia Geral em NY. Ela defendeu a posição de Israel de recusar cooperar com o anúncio Goldstone, porque o comitê condenou Israel de crimes de guerra sem a investigação ter sequer começado. Enquanto
a mídia tirou fotos de crianças Palestinas machucadas, a Shalev decidiu não
usar métodos parecidos, os quais ela considera cínicos e manipulativos. O incidente da Flotilla também demonstrou a hipocrisia de exercer tanta atenção da mídia em relação a uma ocorrência relativamente pequena e isolada. A Shalev respondeu, “Centenas são mortos no Iraque, Afeganistão e na Chechênia; até que limite pode um incidente ser transformado em uma plataforma para bater em Israel?” A Gavriella Shalev disse que a mídia quase automaticamente denuncia Israel. “Tirando os erros, nós somos um país normal. Eu sei que isso pode parecer cínico, mas a minha principal visão dos dois últimos anos na ONU é que Israel é um país muito melhor que a imagem mostrada no mundo.” De nuevo a los artículos de 2010 Por favor ORE pela continuidade do nosso ministério em Israel com evanglismo indígena, implantação de congregações messiânicas, centro de treinamento e discipulado, louvor profético e vigílias de oração em hebraico, e assistência financeira para os necessitados." |